Clube Europeu - Mogadouro

Virá um dia em que todas as nações do continente, sem perderem a sua qualidade distintiva e a sua gloriosa individualidade, se fundirão estreitamente numa unidade superior e constituirão a fraternidade europeia. Virá um dia em que não haverá outros campos de batalha para além dos mercados abrindo‑se às ideias. Victor Hugo, 1849

8 de abril de 2009

Eleições Europeias



Virá um dia em que todas as nações do continente, sem perderem a sua qualidade distintiva e a sua gloriosa individualidade, se fundirão estreitamente numa unidade superior e constituirão a fraternidade europeia.

Virá um dia em que não haverá outros campos de batalha para além dos mercados abrindo‑se às ideias.

Virá um dia em que as balas e as bombas serão substituídas pelos votos.


Victor Hugo, 1849

3 de abril de 2009

Grupo dos 20



O Grupo dos 20 (ou G20) é um grupo de países criado em 1999, após as sucessivas crises financeiras da década de 1990.
Visa favorecer a concertação internacional, integrando o princípio de um diálogo ampliado, levando em conta o peso económico crescente de alguns países. O grupo reúne as 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia, que juntos compreendem 85% do produto nacional bruto mundial, 80% do comércio mundail e dois terços da população mundial.

O G-20 é um fórum de cooperação e de consulta sobre assuntos relativos ao sistema finaceiro internacional. Trata sobre estudos, opiniões, e promove a discussão entre os principais países emergentes no mercado industrial e de questões de política relacionadas com a promoção da estabilidade financeira internacional, e pretende abordar questões que vão além das responsabilidades de qualquer organização.



Membros

Argentina

Austrália

Brasil

Canadá

China

França

Alemanha

Índia

Indonésia

Itália

Japão

México

Rússia

Arábia Saudita

África do Sul

Coreia do Sul

Turquia

Reino Unido

Estados Unidos


União Europeia


(in http://pt.wikipedia.org/wiki/G20_(pa%C3%ADses_industriais)


Cimeira G20



A VITORIA DA SIMPLICIDADE


O presidente norte-americano veio à Europa. Veio, viu e venceu.

Veio para o encontro dos G20,
Viu a inquietação dos europeus face a momentos economicamente difíceis,
Venceu a distância afectiva dos europeus em relação aos Estados Unidos.


Seduziu dirigentes e populares, criou empatia com os jovens, refez a imagem da centralidade dos USA ao reafirmar a alianças entre os países aliados, ao defender uma Europa unida, ao estabelecer um acordo de princípio com a Rússia para diminuição do nuclear.
Com simplicidade, humildade e uma enorme simpatia cativou os europeus sem prescindir, notoriamente, do carácter de país dominante, sem renunciar ao papel de país influente e líder, sem se anular. Pelo contrário, com firmeza e segurança reafirmou-se como uma potência mundial apelando, contudo, ao multiculturalismo e à união de esforços no sentido de um futuro próspero e pacífico.
E assim se afirmam os grandes Homens.
Sem abandonarem as suas ideias, sem se anularem perante os outros, sabem ouvir, sabem respeitar, sabem, sobretudo, ser suficientemente flexíveis para, em conjunto, encontrarem soluções e perspectivarem resoluções de conflitos.





AS PRINCIPAIS PALAVRAS DA CIMEIRA G20







O comunicado final da cimeira dos dirigentes do G2 que reuniu países ricos e emergentes em Londres destaca os seguintes pontos e frases.

"Enfrentamos o maior desafio dos tempos modernos colocado à economia mundial. Uma crise que se agravou desde o nosso encontro, que atinge as vidas de mulheres, de homens, e de crianças em todos os países e face à qual todos os países têm de unir-se para a resolver. Uma crise mundial pede uma solução mundial".

"Partimos do princípio de que a prosperidade é indivisível, que o crescimento para ser duradouro tem de ser partilhado (...)", Pensamos que o único fundamento seguro de uma globalização sustentável e o aumento da prosperidade para todos é uma economia aberta fundada no princípio de mercado, numa regulação eficaz e instituições mundiais sólidas".

"Comprometemo-nos hoje a fazer tudo o que é necessário para :
- restabelecer a confiança, o crescimento e o emprego
- reparar o sistema financeiro para restabelecer o crédito
- reforçar a regulação financeira para manter a confiança
- financiar e reformar as nossas instituições financeiras para ultrapassar esta crise e impedir outras
- promover o comércio mundial e o investimento e rejeitar o proteccionismo
- construir uma retoma ecológica e sustentável



(in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1190188)